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NOSSOS FILHOS

Os pais raramente percebem o quanto a sua índole influi em quase todos os aspectos da criação dos filhos. As facetas mais insignificantes de seu comportamento são notadas e registradas. Quando ele trata o outro com respeito, transmite coerência, mostra que é confiável. Por outro lado a distância entre o discurso e a ação geram insegurança e diminuição da motivação.

Os pais devem estar atentos à necessidade de atuarem de modo a mostrar para os filhos que respeitam os fatos, são abertos ao feed-back, ou seja, á prática de ouvir críticas e refletir sobre elas. Assim despertam os filhos para a importância de compreender não apenas o mundo à sua volta, mas também nosso mundo interior, despertando para a necessidade da determinação para enfrentar a realidade, ainda que ela seja desagradável.

A prática saudável de estabelecer metas e tomar providências necessárias para concretizar estas metas, organizar o comportamento em função desses objetivos, monitorar as ações para garantir que se está no caminho certo, prestando atenção nos resultados para saber se será preciso recomeçar, redirecionar. Esta prática desenvolve nos filhos a iniciativa e a autodisciplina.

Tradicionalmente acreditava-se que o relacionamento afetuoso enfraquecia o exercício da autoridade. Relações de medo e desrespeito entre pais e filhos levam a impessoalidade e à subserviência que deterioram com a auto-estima. Quando as relações são autênticas, ouvimos, respeitamos e apoiamos um ao outro, o que faz melhorar a motivação.

A descrença, a mentira, a grosseria e a ausência de dignidade não constroem uma base para sustentar relações respeitosas. Os pais devem ser o exemplo dos valores, de modo a inspirar o comportamento dos filhos.


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