PSICOTERAPIA
HOMEOPATIA
SOMA-ETÉRICO

 

 TERAPEUTAS

Clarence da Rocha
Terapeuta Floral de Minas e
Terapia de Família e Casal

Suely D'Alessandro
Psicóloga; Grupos vivenciais com Argila, Gestalt e PNL

Mara Rúbia
Psicóloga clínica e
psicoterapeuta pós-reichiana

Carla Ramos
Terapia Integrada em
Psicologia Analítica

Vera Longo
Mestra de Reiki, Reiki Terapeuta
Psicóloga CRP 06/45427-9

Karen Denez
Farmacêutica e Aromaterapeuta

Guitel Zaslavsky
Astróloga, Reiki Terapeuta
Massoterapeuta Bioenergética

Raquel Cardim
Fisioterapia e Dança do Ventre

 

USANDO A ARGILA NA PSICOTERAPIA


Mão na massa! Enquanto amasso o barro percebo as sensações que vão se fazendo presentes em mim. É macio? Frio? Quente? Liso? Áspero? Percebo essas sensações ou quero ir logo em frente, moldando um objeto que já tenho em mente? Faço isso com pressa? Com calma? Com ansiedade? Com prazer? Com receio? Com alegria? Quem sou eu enquanto crio? Sinto-me capaz ou incapaz de criar? O que minha criação tem a ver comigo, com a minha vida?

O ato criativo constitui a saúde psicológica. Trabalhar com argila na psicoterapia amplia nossas possibilidades de experiência fazendo-nos entrar em contato com sentimentos e sensações relacionados ao momento presente. Entram em cena a imaginação espontânea, a precisão, a emoção. Cada movimento de amassar e de moldar a argila nos coloca em contato com nossa própria história. Uma história que podemos decifrar, des-cobrir, partilhar, confrontar, confortar. Uma história que podemos contar aos outros ou a nós mesmos. Podemos nos ver no objeto que moldamos. Estamos lá, de alguma forma estampados.

Quando criamos entramos em contato com uma parte de nós. O resultado é a arte. Não a arte estética, e sim a arte existente em nós.
Mas criar o quê?

A coisa mais importante é deixar que nossa intuição nos diga o que fazer. Daí percorremos um longo “safari na floresta” no sentido de seguir e desvendar o que nos apontou a intuição. Se rejeitamos a intuição nos tornamos meros classificadores de coisas. Mas se nos arriscamos, deixamos para trás estruturas rígidas que vínhamos mantendo. Se nos arriscamos abrimos a possibilidade de uma nova maneira de lidar com o mundo, abraçando sua diversidade.

O ponto de chegada é reorganizar nossa ordem interna e aprendermos a nos basear em nossas próprias habilidades. Des-cobrir significa "destampar" nossa própria habilidade, nossos próprios olhos, no sentido de encontrar nosso potencial, ampliando nossa vida e buscando dentro de nós os recursos disponíveis para lidarmos com o mundo.

Suely D’Alessandro
Psicóloga CRP-12/02235
Master Practitioner em PNL
Fone: 226-8239 / Lagoa
suely_dalessandro@yahoo.com.br