PSICOTERAPIA
HOMEOPATIA
SOMA-ETÉRICO

 

 TERAPEUTAS

Clarence da Rocha
Terapeuta Floral de Minas e
Terapia de Família e Casal

Suely D'Alessandro
Psicóloga; Grupos vivenciais com Argila, Gestalt e PNL

Mara Rúbia
Psicóloga clínica e
psicoterapeuta pós-reichiana

Carla Ramos
Terapia Integrada em
Psicologia Analítica

Vera Longo
Mestra de Reiki, Reiki Terapeuta
Psicóloga CRP 06/45427-9

Karen Denez
Farmacêutica e Aromaterapeuta

Guitel Zaslavsky
Astróloga, Reiki Terapeuta
Massoterapeuta Bioenergética

Raquel Cardim
Fisioterapia e Dança do Ventre

 

PSICOTERAPIA PÓS-REICHIANA

Psicoterapia reichiana, psicoterapia pós-reichiana (por continuar em transformação após Reich), psicoterapia corporal ou ainda um nome mais complexo: vegetoterapia caracteroanalítica.

Estes são os termos que usamos para caracterizar uma modalidade de psicoterapia que inclui o corpo ou, melhor dizendo, que não exclui o corpo quando trabalhamos as emoções, os sentimentos, os problemas e as dificuldades da vida, enfim, quando lidamos com o nascer, o viver e o amar. E o tema principal desta linha terapêutica é o viver com prazer.

Wilhelm Reich, psicoterapeuta nascido na Áustria em 24 de março de1897, viveu em vários países e passou os últimos anos de sua vida nos Estados Unidos, tendo morrido em 1957, aos 60 anos. Foi aluno de Freud e depois seguiu seu próprio caminho desenvolvendo este trabalho que tem como base e fundamento de toda a prática, os sistemas neurovegetativo e neuro-endócrino.

Fala-se muito em terapias corporais hoje em dia, mas nem todas são psicoterapias. E você sabe a diferença?


Tudo pode ser terapêutico. Desde tomar um chá, fazer uma caminhada na praia ou na mata, receber uma boa massagem, até passar por uma consulta médica ou psicológica.

Costumamos chamar de terapias corporais tudo o que envolve o bem estar das pessoas. Assim, várias modalidades terapêuticas estão aí incluídas, até a psicoterapia corporal (e seus outros tantos nomes).

A psicoterapia vai diferir das outras a partir de sua intenção e prática. Os profissionais qualificados a exercer esta função são geralmente psicólogos ou médicos que fizeram uma especialização nesta área.

E por que trabalhar o corpo em uma proposta psicoterapeutica?


Desde a concepção, toda a nossa história e acontecimentos de nossa vida estão sendo impressos no nosso organismo. Estas inscrições vão dando forma ao nosso corpo. E é precisamente este corpo marcado que será objeto do trabalho do vegetoterapeuta.

Para conhecer a história emocional do paciente que muitas vezes ele mesmo desconhece, nos valemos de um instrumento que é chamado de Leitura Corporal. Não é nada mágico não! Nada de bater os olhos no corpo do sujeito e sair contando sua história. É uma observação delicada e detalhada a partir da musculatura, coloração da pele e outros sinais corporais.

Percebe-se, por exemplo, se a energia flui com facilidade e a postura da pessoa que reflete como ela mostra o seu “eu” para o mundo. Observamos, também, através desse instrumento, como é que o paciente comunica seus sentimentos e como se defende do mundo a sua volta.

Se fazemos uma leitura é porque temos uma linguagem. E a intenção do vegetoterapeuta, ou terapeuta reichiano é levar a pessoa a compreender esta linguagem, a escutar, refletir e escolher o melhor caminho para uma qualidade de vida superior.

Ouvir o corpo é muito mais fácil do que ouvir os pensamentos, afinal a mente mente e o corpo sente. E seguindo as sensações vamos ouvindo se o corpo está em estado de prazer ou desprazer, de movimento ou estagnação.


Quando a percepção é de que há estagnação, pesquisamos, ali no corpo, o que chamamos de couraça, que são as tensões corporais que prendem as correntes plasmáticas e as excitações emocionais do nosso organismo. Conhecidas as couraças, temos elementos suficientes para viabilizar ao paciente, a descoberta da sua própria história emocional e a tomada de rédeas da vida futura, em direção ao crescimento individual constante.

Reich descreveu sete segmentos de couraça

No primeiro nível, os olhos, ouvidos e a base do cérebro (nuca). Distúrbios neste nível, que está relacionado ao quinto nível, levam a estados de medo e ansiedade.

No segundo nível
, a boca, que tem relação direta com a pélvis (sexto segmento). Este nível reflete o prazer da amamentação, o dizer sim para si mesmo. Tem início, pois, com o movimento da deglutição.

No terceiro nível
, o pescoço. A tensão neste nível é bastante conhecida pela maioria das pessoas. Aqui, nosso instinto de conservação se faz mais presente, mantendo uma forte relação com o tórax e com o diafragma (a força da respiração).

No quarto nível
, o tórax. O tórax é onde se afirma a identidade e este nível liga os três primeiros (pré-genitais) com os próximos três (pseudogenitais).

No quinto nível
, o diafragma. Não há vida sem respiração e esse é o músculo mais forte do nosso organismo, distribuidor da vida para todo o corpo.

No sexto nível
, o abdômen. Ele permite a descarga energética, fisiológica do organismo que se expressa no sétimo nível, a pélvis por meio do orgasmo.

Mara Rúbia
é psicóloga clínica e
psicoterapeuta pós-reichiana
Telefones: 232 1415 - 269 6289 9972 0126

mararubia@fastlane.com.br