PSICOTERAPIA
HOMEOPATIA
SOMA-ETÉRICO

 

 TERAPEUTAS

Clarence da Rocha
Terapeuta Floral de Minas e
Terapia de Família e Casal

Suely D'Alessandro
Psicóloga; Grupos vivenciais com Argila, Gestalt e PNL

Mara Rúbia
Psicóloga clínica e
psicoterapeuta pós-reichiana

Carla Ramos
Terapia Integrada em
Psicologia Analítica

Vera Longo
Mestra de Reiki, Reiki Terapeuta
Psicóloga CRP 06/45427-9

Karen Denez
Farmacêutica e Aromaterapeuta

Guitel Zaslavsky
Astróloga, Reiki Terapeuta
Massoterapeuta Bioenergética

Raquel Cardim
Fisioterapia e Dança do Ventre

 

TERAPIA INTEGRADA EM PSICOLOGIA ANALÍTICA

SOMOS TODOS FORMAS PENSAMENTO D'ÁGUA A FLUTUAR NO IMENSO OCEANO DE NOSSAS EXISTÊNCIAS. ENTRAMOS, AOS POUCOS, EM CONTATO COM A LUZ DO SOL, NOSSA CONSCIÊNCIA, E DERRETEMOS AS PARTES CRISTALIZADAS DE NOSSO SER, PARA FINALMENTE RE-CONHECERMOS QUE SOMOS FORMADOS PELA MESMA ESSÊNCIA.

Todos nós somos seres bio-psico-espirituais e sócio-culturais, e nesta integração temos ligação com a coletividade, por meio de nosso biológico, por pertencermos à mesma espécie; pelo social, por meio de representações simbólicas comuns à nossa cultura, denominadas “arquétipos” por Jung. Diferimos, no entanto, como indivíduos, entre todos da mesma espécie, pelo nosso psíquico, por meio do conteúdo (complexos pessoais) que preenche a forma primordial (arquétipo) e pelo espiritual, hoje tratado pela Psicoterapia Reencarnacionista. Apesar de possuirmos os mesmos arquétipos, temos representações e influências diferentes destes em nossas vidas.

Para melhor entendimento podemos utilizar uma situação do nosso cotidiano numa Alquimia Caseira: temos a nossa disposição inúmeras fôrmas de bolo de tamanhos e tipos diferentes. De acordo com nossa necessidade do momento, utilizamos em nossa casa uma ou outra fôrma. Ao fazermos o nosso bolo, portanto, usamos uma fôrma já existente (os arquétipos) e a preenchemos com nosso conteúdo pessoal (os complexos). No entanto, embora duas pessoas possam utilizar a mesma fôrma, certamente o resultado obtido será diferente. Isso ocorre devido à configuração do momento de cada um: a temperatura do forno (Calcinatio), o humor ao fazer o bolo (Solutio), a interpretação da receita (Sublimatio), o modo de bater a massa (Coagulatio), entre outros fatores ou eventos ocorridos quando da confecção do bolo (nossa Alquimia da Vida).

Os arquétipos, quando inconscientes, agem impulsivamente em nossa vida colocando-nos em situações avessas a nossa vontade. Quando iniciamos nosso processo de autoconhecimento, tornando, aos poucos, esses arquétipos conscientizados, estamos gradualmente tomando as rédeas de nossas vidas. Não somos mais levados por eles, assumimos, conscientemente, aqueles que guiam nossas atitudes, fazendo nossas revisões e escolhas.

"No inconsciente, os arquétipos individuais não estão ilhados uns dos outros, eles existem num estado de contaminação, de completa e recíproca interpenetração e fusão. O aspecto que viermos a enfatizar dependerá de nossa finalidade, de nossas circunstâncias, de nossas necessidades. É importante reconhecermos que as imagens arquetípicas sempre contêm uma valência pessoal e aparecem num contexto específico. A apreensão do seu significado sempre cobrará de nós uma atenção às suas particularidades, não somente a seus traços gerais" (Jung).

Assim, o processo de terapia, via Psicologia Analítica, integrada em vivências de corpo- mente, espirituais – sociais, orientadas à saúde, pode ser ilustrado, por analogia, pelo Processo Alquímico, como a arte da transformação para a busca do autoconhecimento.

Na Psicologia Analítica Integral, somos a Matéria Primordial – a quinta essência - formada e transformada pelos quatro elementos: fogo, água, ar, terra. Primeiramente, no processo terapêutico, há a operação do fogo, que queima, seca e retira todos nossos humores, que são as interpretações afetivas em relação à situação vivida. Assim, chegamos à situação nua e crua, o real na análise (a Calcinatio). Na operação da água, são re-significados os sentimentos. O indivíduo começa a se re - conhecer, com humores revisados e escolhidos, ao buscar a solução de algo, ora para solver ou dissolver a situação (Solutio). Com a operação do ar, destilação, é obtida a separação entre o sólido e o líquido, gerando o volátil ou gasoso, que expressa a aplicação do pensamento no processo terapêutico. Dessa forma, o indivíduo toma distância da situação, podendo assumir a imagem do observador (a Sublimatio). A operação da terra ocorre para que o indivíduo concretize, corporifique, construa algo que renasce das cinzas calcinadas, tal como Fênix (a Coagulatio).

Ainda, interpretando na Alquimia, a Psicologia Analítica apresenta no processo terapêutico três momentos distintos: Nigredo, Albedo e Rubedo.

No Nigredo, o indivíduo apresenta uma situação caótica em sua vida, que o faz buscar a terapia. O inconsciente se expressa através do corpo, criando marcas, demarcando seu território, por meio de sintomas, podendo chegar até a doença ou à “dês-harmonia vital”.

Na relação com o psicólogo terapeuta, o indivíduo sente a necessidade de se autoconhecer. Inicia-se um processo com o auxílio da análise visando emergir o sujeito por detrás do sintoma, buscando descola-lo da posição de “doente”, transformando-o de paciente em cliente. Retornando à Alquimia, essa é a fase de Albedo, onde ocorre a reflexão interna, e o cliente, ao refletir, debruça-se sobre o conteúdo trazido das profundezas do ser para ser re-visitado à luz da consciência.

Ao final do processo, ocorre o Rubedo, que compreende o vivenciar das experiências do Mundo Interno, fazendo com que o cliente consiga emergir de forma diferente colocando sua ação no Mundo Externo, que aguarda sua contribuição pela Alquimia da Vida.

Para que haja a realização de tudo que aqui foi descrito, o terapeuta-psicólogo utiliza, integradamente, várias práticas orientadas ao processo de autoconhecimento pelo cliente.

A busca da unidade, segundo Carl Jung, não é o equilíbrio, mas a construção criativa do sujeito de um terceiro elemento, união entre o corpo e a mente, que é justamente o Símbolo. Em cada complexo de eventos encontra-se o símbolo e faz-se o tratamento terapêutico, obtendo-se a harmonia, na integração entre o físico, o psíquico, o espiritual e o sócio-cultural.

Assim é a concepção que orienta a forma que consideramos e tratamos a saúde como um todo integrado, que, ao harmonizar-se, trará a construção criativa permanente do cliente, cada vez com mais saúde, harmonia e vontade de viver.

Desenvolvo este trabalho Analítico utilizando a Filosofia Oriental na leitura corporal, com base na MTC - Medicina Tradicional Chinesa e na Medicina Ayurvédica. Simultaneamente a essa leitura, elaboro um plano terapêutico integrado para o cliente, visando atender às suas necessidades pessoais, sob a ótica da Psicologia Analítica, respeitando sempre a premissa de Jung: “Somos iguais porém diferentes ao mesmo tempo.”
Carla Ramos, Psicóloga especializada em Psicologia Analítica, coordena grupos de estudo sobre Jung e ministra cursos sobre o mundo feminino.

Carla Ramos
Terapia Integrada em
Psicologia Analítica
Fone: (48) 226-1000
9119-4055

carla.ramos@uol.com.br